1 de fev. de 2013

DIA NACIONAL DA ZEBRA

O povo brasileiro torce para que o 1º de fevereiro entre para a história como “Dia Nacional da Zebra” e que os deputados federais e senadores, compromissados com a ética e a moral, digam um sonoro não a pretensão do PMDB em colocar Rena Calheiros como presidente do Senado e Henrique Eduardo Alves , como presidente da Camara Federal. Ambos estão sofrendo inúmeras acusações na justiça referente a pratica de atos de corrupção, trafico de influencia e mesmo assim, o PMDB insiste na indicação destes dois nomes, sabe-se lá por quais motivos e o que ficou convencionado na decantada mesa pequena, para cujas conversas o eleitor não tem acesso. A grande verdade é que o PMDB está jogando sua história, cada vez mais, na lata do lixo, buscando de forma incessante o poder, não importa a que preço. A indicação destes dois nomes, expoentes da pratica de atos ilícitos no exercício do mandato parlamentar, representa uma verdadeira ofensa a opinião pública nacional e até um “chega para lá” no judiciário, não respeitando nem em eleições internas a lei da “ ficha limpa”. Na Camara Federal, o deputado Henrique Eduardo Alves é mais conhecido por ter um assessor que é um verdadeiro mestre na liberação de emendas dos parlamentares ao orçamento da União. Denunciado recentemente, este assessor, de cobrar propinas para a liberação das emendas, o deputado fez cara de espanto, jurou por todos os santos que não sabia de nada e o assessor, continua no mesmo lugar, correndo o sério risco de ser promovido, se o patrão for eleito nesta terça-feira. O PMDB demonstra cabalmente que não se preocupa com a opinião pública e faz hoje o triste papel de “partilho cortiça” sempre flutuando ao lado do poder, não importando em nenhum momento, a matiz ideológica de quem está no comando e sim, as benesses pessoais que este pode oferecer aos seus apadrinhados. Recentemente, um filho de Renan foi indicado para uma das diretorias da CONAB, controlada por seu partido, outro filho é Deputado Federal e o irmão, prefeito de Murici, onde a população vive sob a “dinastia Calheiros”, faz tempo.


O povo brasileiro, a cada dia, se cansa mais da classe política.

31 de jan. de 2013

Eleição do Senado

Amanhã, vão ser realizadas as eleições para a nova mesa diretora do  Senado Federal e por acordo das lideranças partidárias caberá ao PMDB indicar o novo presidente. Este, ou por falta de quadros ou para provocar a opinião pública escolheu  Renan Calheiros , um de seus representantes, atolado em denúncias de corrupção, dando um sinal claro de que não se importa com o que a opinião publica acha. Setores da sociedade civil organizada tentam obstaculizar as eleições com fundamentação na ética, na moral e principalmente, na decantada lei da ficha limpa. Não custa recordar que Renan Calheiros, já renunciou a presidência do Senado Federal em 2007, quando uma sua ex-amante denunciou que quem pagava a pensão alimentícia do filho que teve com o parlamentar era um lobista de construtoras que mantinham negócios com o governo. Diz o povo em sua peculiar sabedoria que o lobo perde o pelo, mas não o vício e hoje, prestes a assumir a presidência do Senado, Renan Calheiros enfrenta denúncias diversas de corrupção, trafico de influencia, sonegação fiscal e tantas outras que não caberiam neste espaço. Denúncias recentes dão conta que ele e seu filho Renanzinho que é Deputado Federal contrataram um instituto de pesquisa que por coincidência é de propriedade do marido de uma assessora parlamentar do senador, para a realização de pesquisas eleitorais no município de Murici, em Alagoas, feudo eleitoral dos Calheiros. O detalhe é que as pesquisas foram pagas com verbas de gabinete tanto do Senado como da Camara Federal.Deste jeito é muito fácil viver e fazer política, mantendo amantes, filhos fora do casamento e monitorando a preferência do eleitorado com dinheiro público. A eleição de Renan Calheiros para a presidência do Senado Federal transforma-se em uma grande vergonha nacional  e em verdadeiro passa-moleque aplicado pelo PMDB que demonstra claramente não ter o mínimo interesse em resgatar a credibilidade perante a opinião pública. Tanto a credibilidade do partido como a da classe política que rola a cada dia pelas cachoeiras políticas da vida partidária nacional.