A classe política, cada vez mais desacreditada perante a opinião pública, continua a fazer questão em se transformar no “alvo de mira”, com praticas que revoltam a todos, como se os políticos fossem os únicos donos da verdade. Reportagem de hoje do Jornal da Cidade, traz a denúncia que a Camara Municipal de Barra Bonita aprovou na sessão da última segunda-feira, a tramitação de dois projetos de lei que fixam os subsídios dos vereadores, prefeito e vice-prefeito para a legislatura 2017/2020, com os vereadores tendo um aumento de 91% e o prefeito e vice, um percentual de 70,7%. Os projetos vão ser submetidos a analise pelas comissões do legislativo e deverão ser votados pelo plenário, ainda neste ano, em sessão extraordinária. Caso aprovados, os vereadores da Barra Bonita na próxima legislatura terão um subsidio de seis mil e setecentos reais; o prefeito de dezoito mil reais e o vice de oito mil mensais. Muito embora, o presidente da Camara Municipal , defenda o projeto, com a alegação de que os subsídios de Barra Bonita são os menores da região, os índices de majoração assustam a todos, dando a nítida impressão de volúpia dos vereadores em buscarem um salário irreal e altíssimo para uma cidade do interior, em clara discordância com a realidade financeira da cidade. Este tipo de atitude, idêntica a dos vereadores da Barra, devem ocorrer por todo o país, com aumentos em muitos casos, superiores aos índices inflacionários do período, em verdadeiro acinte para a população. A reforma política, protelada a muito tempo, tem que ser realizada de forma urgente, incluindo-se nela, novos tetos para subsídios dos politicos afinal, em campanhas eleitorais é normal o candidato afirmar que deseja ser eleito para servir a comunidade em que vive e uma vez no exercício do cargo,a pratica demonstra o contrario, com o cidadão deixando de ser o salvador da pátria, passando a agir para engordar seu saldo bancário. Lamentável a atitude antiética e amoral dos vereadores da Barra,ressaltando-se que de treze vereadores,três apenas, não concordam com o aumento leonino. Espera-se que o setores organizados da vizinha cidade,se posicionem contra este aumento, por questão de defesa da moral e por justiça.
12 de dez. de 2013
11 de dez. de 2013
DESASTRES DE TREM
Verdadeira tragédia ocorreu em São José do Rio Preto com o descarrilamento de um trem de carga da ALL, às 17:00 horas de ontem. A composição com 10 vagões carregados de milho, tombou sobre quatro casas fronteiriças a linha férrea, próximo a região central da cidade ocasionando a morte de seis pessoas e ferimentos em outras três. Entre os mortos estão uma grávida e uma criança que chegou a ser socorrida, vindo a falecer ao dar entrada no hospital. O acidente vem a dar razão para poucas pessoas que denunciam a má conservação da malha ferroviária por parte da concessionária ALL e expõe para todos, inclusive os bauruenses o perigo que representa os trilhos no perímetro urbano das cidades. Se de um lado, as ferrovias no passado trouxeram o progresso para as cidades por ela cortadas, hoje, com a péssima qualidade de sua malha viária, representa perigo permanente para aqueles que residem nas suas proximidades. Algumas cidades conseguiram mudar o traçado das ferrovias dentro de seus perímetros , tirando-os da área central. Em Bauru, estudos tem sido realizados com o mesmo objetivo, entretanto, sua execução esbarra no alto custo, deixando em aberto a possibilidade de sua execução. As denúncias e os acidentes ocorridos com composições das concessionárias de nossas ferrovias demonstram com clareza o erro que foi a privatização de nossas ferrovias. Erro que afetou diretamente a classe ferroviária em um primeiro momento e agora, mostra que a comunidade em geral foi afetada. Com a má conservação da malha ferroviária e dos próprios equipamentos rodantes, como locomotivas e vagões, o perigo de acidentes se acentua e com certeza, o lamentável acidente ocorrido em São José do Rio Preto, onde até o momento foram contabilizadas seis mortes, deve servir de reflexão para nossos governantes. Alguma coisa deve existir no contrato de privatização, exigindo a manutenção da malha viária e as concessionárias devem cumprir o acordado, sob pena de rescisão contratual. A segurança da população tem que ser assegurada.
Assinar:
Postagens (Atom)