Bastou institutos de pesquisa apontarem queda na popularidade de Dilma Roussef que caiu de 65% para 57% de aprovação popular, para que o governo federal e o PT acionassem mecanismos para tentar o quadro que não é totalmente desconfortável, tanto que o instituto Census aponta que mesmo cm esta queda, Dilma venceria as eleições do próximo ano já no primeiro turno. Hoje, a presidenta retoma sua estratégia de agenda positiva, anunciando o financiamento subsidiado de eletrodomésticos e móveis para os beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida que contemplará famílias com preços mais baixos e como conseqüência, deverá aquecer estes setores da economia brasileira. A medida, assim como outras de apelo popular deverá ser tema em breve de pronunciamento de Dilma em cadeia de rádio e TV. A linha de credito subsidiada para móveis e eletrodomésticos foi encomendada pessoalmente pela presidenta , logo depois de exigir mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida, como a instalação de piso de cerâmica em todas as unidades a serem construídas. Mesmo sendo de iniciativa da presidenta, a estratégia de marketing com a divulgação maciça das novas medidas foi montada pelo marqueteiro João Santana com o objetivo claro de combater a onda de noticias negativas das últimas semanas que resultaram na queda acentuada da presidenta e espera-se com estas medidas, não somente deter a queda e sim, principalmente, reconquistar os níveis de popularidade anteriores. Claro está que a oposição irá espernear contra a divulgação da chamada agenda positiva de Dilma, entretanto terá que ser comedida nas criticas, para não perderem ainda mais espaço perante a população beneficiada com as chamadas ações do governo federal, afinal, mesmo com esta queda de popularidade, Dilma ainda teria 51% dos votos validos no primeiro turno das eleições presidências do próximo ano. Hoje, quem sorri é o povo contemplado com a Minha Casa, Minha Vida, com mais este beneficio fiscal para mobiliar suas casas.
12 de jun. de 2013
11 de jun. de 2013
PASSAGENS DE ÔNIBUS COM REDUÇÃO
Com a decisão do governo federal de reduzir a zero a alíquota de dois tributos para empresas de transporte de passageiros, as tarifas de transporte coletivo em nossa cidade terão uma redução de até 10 centavos, em conformidade com decreto publicado ontem no Diário Oficial do município e que entra em vigor já no dia de amanhã. As alterações nos valores, segundo a EMDURB acompanha as reduções das alíquotas do PIS e do CONFINS, o que altera a composição da planilha de custos, já que os dois somados representam 3,65% do valor das passagens. Na realidade, trata-se de mais uma tentativa do governo federal para segurar a inflação, neutralizando os aumentos concedidos pelos municípios e com a preocupação principal voltada aos reajustes das tarifas de ônibus, trens e metrôs de capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, sendo que nesta ultima tem sido registradas manifestações de rua contra o aumento.Diversas outras cidades já anunciaram a redução das passagens e em Goiás, o PROCON acionou o Tribunal de Justiça para garantir a redução.Se de um lado a redução das passagens, poderá garantir ao usuário que utiliza diariamente por quatro vezes o transporte urbano, uma economia de R$ 10,00 reais mensais, de outro lado, o quadro é de expectativa em decorrência do anuncio de greve por tempo indeterminado anunciado pela Oposição à atual diretoria do Sindicato dos Condutores, sendo que este grupo questiona a validade da Assembléia que aceitou a proposta das concessionárias e continua a pleitear 12% de aumento salarial. Contra a validade das reivindicações da OPOSIÇÂO SINDICAL pesa o fato da proposta aprovada na assembléia questionada, ter embasado o acordo já assinado entre o Sindicato e as concessionárias e qualquer movimento paredista a partir disso, reveste-se da ilegalidade e portanto passível de punição por parte da Justiça do Trabalho. Legalmente quem tem o direito e as prerrogativas de negociar em nome da categoria é o seu sindicato e não, a oposição, que mesmo assim anuncia greve por tempo indeterminado a partir desta quinta feira, o que ocasionará problemas para os usuários de transporte coletivo e se vitorioso, com a conquista do aumento desejado de 12%, ensejará a formatação de nova planilha e consequentemente, majoração nas tarifas.
Aguardemos a marcha dos acontecimentos...
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