16 de jun. de 2013

PAC DO ASFALTO

Em Bauru, assuntos importantes costumam ser cozinhados em banho maria com lentidão irritante no seu encaminhamento, até que se aproxima a data fatal para a definição, começando um verdadeiro corre-corre para a definição urgentíssima de projetos e processos importantes para a cidade. Hoje, tem audiência pública na Câmara Municipal para discussão do chamado PAC da pavimentação, onde a Prefeitura financiará recursos na ordem de R$ 43 milhões de reais para asfaltar 824 quadras de ruas de terra. O Secretário Municipal de Obras vai avisar que o legislativo precisa aprovar o projeto autorizativo até segunda-feira, daqui a quatro dias, caso contrário, perderá prazo para assinar contrato junto a Caixa Econômica Federal.Os vereadores de nossa cidade, não estão dispostos a ceder a pressões e o vereador Renato Purini, líder do prefeito na Câmara e contrário ao PAC, já comentou que as colocações do Secretário podem gerar uma crise político-institucional. De outro lado, o secretario afirma que o projeto já se encontra tramitando há algumas semanas e que encaminhou individualmente a cada vereador o projeto técnico e desta forma, os senhores vereadores não podem protelar a decisão alegando falta de conhecimento da matéria. Sidney Rodrigues, o secretario de obras, foi igualmente criticado pelo presidente do Legislativo, Sandro Bússola que afirmou que os vereadores precisam de tranqüilidade para analisar todos os pontos.
Na realidade, Renato Purini é contra a realização de audiência pública para se discutir assuntos técnicos relativos ao PAC, afirmando que acredita que a questão maior é de ordem econômica, de se discutir a capacidade de endividamento do município, antes de votar o projeto.
Uma coisa é certa, a periferia precisa em caráter de urgência deste asfalto e não cabe outra alternativa, senão concretizar a PAC. Discussão ampla com toda a sociedade é necessária em relação a divida da COHAB



12 de jun. de 2013

POPULARIDADE DE DILMA

Bastou institutos de pesquisa apontarem queda na popularidade de Dilma Roussef que caiu de 65% para 57% de aprovação popular, para que o governo federal e o PT acionassem mecanismos para tentar o quadro que não é totalmente desconfortável, tanto que o instituto Census  aponta que mesmo cm esta queda, Dilma venceria as eleições do próximo ano já no primeiro turno. Hoje, a presidenta retoma sua estratégia de agenda positiva, anunciando o financiamento subsidiado de  eletrodomésticos e móveis para os beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida que contemplará famílias com preços mais baixos e como conseqüência, deverá aquecer estes setores da economia brasileira. A medida, assim como outras de apelo popular deverá ser tema em breve de pronunciamento de Dilma em cadeia de rádio e TV. A linha de credito subsidiada para móveis e eletrodomésticos foi encomendada pessoalmente pela presidenta , logo depois de exigir mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida, como a instalação de piso de cerâmica em todas as unidades a serem construídas.  Mesmo sendo de iniciativa da presidenta, a estratégia de marketing  com a divulgação maciça das novas medidas foi montada pelo marqueteiro João Santana com o objetivo claro de combater a onda de noticias negativas das últimas semanas que resultaram na queda acentuada da presidenta e espera-se com estas medidas, não somente deter a queda e sim, principalmente, reconquistar os níveis de popularidade anteriores. Claro está que a oposição irá espernear contra a divulgação da chamada agenda positiva de Dilma, entretanto terá que ser comedida nas criticas, para não perderem ainda mais espaço perante a população beneficiada com as chamadas ações do governo federal, afinal, mesmo com esta queda de popularidade, Dilma ainda teria 51% dos votos validos no primeiro turno das eleições presidências do próximo ano. Hoje, quem sorri é o povo contemplado com a Minha Casa, Minha Vida, com mais este beneficio fiscal para mobiliar suas casas.