Manifestantes que pleiteam a
revogação imediata do aumento autorizado em maio para as tarifas de ônibus urbanos em nossa cidade, além do fim da diferença de preços nas passagens para
pagamento com cartão ou dinheiro, e o fim da taxa de integração, acabaram por
ocupar, de forma pacifica, o Palácio das Cerejeiras no dia de ontem ali permanecem até o momento, sem conseguirem avançar nas negociações com o
prefeito Rodrigo Agostinho que alega não poder atender as reivindicações do
grupo. Mesmo assim e querendo demonstrar estar aberto ao dialogo, determinou
que a água do prédio fosse religada e que a energia elétrica não fosse interrompida,
garantindo desta forma um minimo de dignidade aos os ocupantes.Em Assembléia
realizada ontem, com a presença do prefeito, que inclusive chegou portando um
megafone para melhor se fazer ouvir e que mês,o assim, foi vaiado e criticado
por suas posturas consideradas omissas. Afinal, nada decidia, afirmando ter que
consultar outras pessoas.O prefeito apresentou outra proposta, a realização de
uma audiência pública junto a Câmara Municipal com a finalidade de se discutir
a composição da tarifa e o transporte público de forma geral, chegando a marcar
a audiência para o próximo dia 17, quarta feira, com os manifestantes exigindo
que a mesma seja realizada depois das 18 horas, para viabilizar a presença de
um numero maior de interessados.A postura de Rodrigo não foi criticada
tão-somente pelos manifestantes e sim, por diversos outros setores da cidade,
inclusive por vereadores que entendem que o prefeito está simplesmente querendo
dividir a responsabilidade, jogando para a torcida e sem anunciar nenhuma
medida para solução dos problemas. Analistas comentam a dubiedade do
comportamento de nosso prefeito conhecido como centralizador e até autoritário,
na tomada de decisões sobre nossa cidade e que, em um momento de crise, passa a
querer dividir a responsabilidade. Vamos lá, prefeito, reuna-se e defina a
situação, sem expedientes protelatórios , afinal a bola é sua...
12 de jul. de 2013
10 de jul. de 2013
MÉDICO RECÉM FORMADO VAI TRABALHAR NO SUS
Dentro da polemica causada polemica pela possibilidade de vinda de médicos estrangeiros para trabalharem nas regiões onde inexistem profissionais desta área, surge uma novidade, com a edição de medida provisória publicada no dia de ontem, que dentre outras coisas estabelece que o estudante de medicina somente receberá o diploma de conclusão do curso, após trabalhar dois anos no SUS, sendo que esta nova regra valerá para aqueles que ingressarem na faculdade a partir de 2015. Desta forma, pela medida provisória e as mudanças nela estabelecidas, os cursos de medicina passarão a ter dois ciclos de formação, sendo que ao final do primeiro, os atuais seis anos, o estudante receberá um certificado, podendo requerer seu registro provisório registro este que o habilitará apenas a trabalhar na rede básica do SUS, vinculado a instituição de ensino onde estudou. Nestes dois anos, o estudante não pagaria mensalidade escolar e receberia uma bolsa com valores variáveis entre três e oito mil reais., instituindo na pratica, um estagio remunerado para os profissionais e com esta medida, o governo muda o foco da discussão sobre a falta de médicos em regiões localizadas na chamada linha da pobreza. A medida provisória para ser transformada em lei, depende de aprovação do congresso nacional e se espera a abertura de discussões com as entidades representativas dos médicos e principalmente, com os usuários do Sistema Único de Saúde e destas discussões, audiências públicas, espera-se o aprimoramento do texto e principalmente, que a médio prazo todas as cidades brasileiras possuam ao menos, um médico para atender sua população. O que se espera é que novas falsas polemicas não sejam criadas e esta grave situação seja solucionadas, afinal, a saúde é um direito de todos brasileiros, não importando onde residam.
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