Muito embora o presidente Nacional do PSDB, senador Aécio Neves já tenha declarado que somente em março o partido definirá sua candidatura presidencial, está claro e evidente que o candidato será ele mesmo e prova cabal foi o convite que realizou para José Serra ser o seu vice no próximo ano, proposta rechaçada pelo político paulista que continua defendendo a realização de prévias internas para a escolha do candidato tucano a Presidência da República em 2014 e tem viajado por todo o país, cumprindo agenda nitidamente política tentando viabilizar sua terceira candidatura ao planalto. Hoje, pelas pesquisas de opinião realizadas recentemente, Serra teria maior aceitação popular do que Aécio Neves, entretanto pesa contra si, um alto índice de rejeição, considerado de difícil administração e consequente superação. A grande verdade é que Serra é pré-candidato declarado e vai, com toda a certeza envidar todos seus esforços no sentido de viabilizar sua candidatura. Para quem conhece o estilo Serra de fazer política, é de boa iniciativa Aécio Neves colocar as barbas de molho, pois o ex-governador paulista tem o costume de “tratorar” quem se opõe aos seus objetivos. Não custa relembrar que na pré-campanha de 2002, vencida por Lula, na base aliada do então presidente FHC despontava como principal nome, o da atual governadora do Maranhão, Roseane Sarney que acabou sendo envolvida em um pretenso escândalo de corrupção que acabou deteriorando sua pretensa candidatura, deixando livre o caminho para José Serra. Recentemente processou por crime contra a honra, o jornalista Amauri Ribeiro Junior, autor de “Privataria Tucana” e mostra-se inconformado com a decisão judicial que condenou o jornalista em indenizá-lo em mil reais. Definitivamente, Serra é candidatissimo a Presidência da República e ante esta sua ambição, podemos afirmar que nada está definido no ninho tucano e que o ex-governador paulista, poderá ser o candidato, surgindo como salvador da pátria em caso de impedimento do senador Aécio Neves.
18 de out. de 2013
17 de out. de 2013
VALE TRANSPORTE
Ontem a Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal aprovou projeto de lei que determina que os patrões não mais poderão descontar uma parte do salário dos trabalhadores com a finalidade de pagar o vale transporte e a partir de sua tramitação pelas outras comissões do Senado, aprovação no plenário e sanção presidencial, as empresas deverão arcar com o valor integral do benefício, arcar em termos, pois aquilo que as empresas gastarem com transporte de funcionários poderá ser abatida da empresa, para fins de calculo de seu lucro tributável e desta forma, quem arcará com os custos desta nova lei será o tesouro nacional, ante a diminuição de impostos recolhidos. Para alguns senadores, a medida igualmente significará um aumento de renda para o trabalhador que deixará de desembolsar qualquer importância para ir e voltar ao trabalho. Indiscutivelmente, trata-se de uma lei benéfica a classe trabalhadora, visando recompor seus meios de sobrevivência, com dignidade. Agora resta saber quanto tempo demorará para ser concluída a tramitação deste projeto de lei, dentro da estrutura do Senado Federal, para que possa ser efetivamente viabilizada e colocada em pratica, afinal, projetos de leis demoram uma eternidade para serem aprovados e entrarem em vigor. Para o presente caso, como já estamos adentrando ao período pré-eleitoral das disputas de 2014, pode ser que o andamento deste processo seja agilizado com a finalidade de servir como bandeira eleitoral no próximo pleito.De qualquer forma, toda e qualquer iniciativa com a finalidade de desonerar o bolso do trabalhador tem que aplaudida e na esperança de que outras medidas do mesmo alcance social, sejam apresentadas. A justiça e igualdade social, temas decantados em campanhas eleitorais, efetivamente tem que sair do campo das promessas e adentrar definitivamente na ordem do dia, como formula para que possamos viver em um país mais justo.
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