O mundo artístico chora a morte de Nelson Ned, apelidado de Pequeno Gigante da Canção pelo ator Paulo Gracindo e que embora rotulado de cantor brega em nosso país, foi um verdadeiro campeão de vendagem de discos , com mais de 45 milhões de cópias de discos vendidos em todo o mundo, tendo sido o primeiro cantor latino-americano a vender um milhão de discos, nos Estados Unidos, onde se apresentou juntamente com Julio Iglesias e o americano Tony Bennet, tendo por três vezes enchido o mítico Carnegie Hall, em Nova York, tendo se apresentado por duas vezes no Madison Square Garden. Seu maior sucesso foi a canção Tudo Passará, gravada em 1969 e que teve mais de 40 regravações.Com todo o sucesso que fez, viveu os últimos anos de sua vida em dificuldades financeiras, contando com a solidariedade de amigos e parentes, reclamando constantemente da miséria que recebia de direitos autorais de suas músicas. Faleceu e foi cremado em Itapecerica da Serra, tendo sido velado por parentes e conhecidos, sendo que Moacyr Franco foi o único artista brasileiro presente na cerimônia fúnebre. As noticias tristes desta segunda-feira, continuam com a notícia da morte do craque português Eusébio, verdadeira legenda do futebol mundial, que foi considerado o melhor do mundo em 1965 e responsável pela eliminação do Brasil na fatídica Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.Despertou o interesse de grandes clubes da Europa, entretanto o ditador Salazar proibiu a sua venda e ainda o obrigou a servir o Exército, quando estava na plenitude de sua forma. Detentor de uma marca invejável e ainda não superada, marcando 733 gols em 745 partidas oficiais, o que dá uma média de quase um gol por jogo, figura com galhardia na galeria dos melhores jogadores da história. Nelson Ned, aos 66 anos e Eusébio, aos 71, deixam um vazio no espaço em que atuavam com maestria. Descansem em paz!
6 de jan. de 2014
4 de jan. de 2014
SERÁ QUE TEM FANTASMA NA CÂMARA FEDERAL?
O Presidente da Camara Federal, Henrique Eduardo Alves do PMDB, não cumpriu a promessa de economizar 24 milhões de reais, no ano passado, com a instalação do ponto biométrico e inicia 2014, sem previsão de ver a meta anunciada cumprida. Preocupado com a repercussão negativa junto a opinião pública, pelo aumento determinado da verba de gabinete dos deputados e a criação de novas estruturas na casa, Eduardo Alves anunciou o controle biométrico de presença dos funcionários e comissionados da casa, como sendo medida moralizadora e que implicaria em economia de monta para os cofres da casa. Eduardo aumentou os benefícios do “cotão” que cobre as despesas de locomoção, telefonia, dentre outros, em 12,7%¨o que gerou um aumento de despesas no ano de 2013 na ordem de R$ 22.600.000,00 e a criação de novos órgãos e funções comissionadas, aumentaram as despesas da casa em mais R$ 7.000.000,00 de reais em 2013. Com relação ao controle biométrico de ponto, a assessoria de imprensa da Camara informou que ainda não foi implantado por questões meramente técnicas, e o novo sistema tem exigido a realização de adaptações às demandas de horário e de trabalho dos diversos setores da casa e deverá ser implantado no transcorrer deste semestre. O esquisito nesta história da implantação do ponto biométrico é o anuncio de que uma vez funcionando, gerará uma economia de R$ 24.000.000,00 anuais para a Camara Federal, em um reconhecimento tácito de que funcionários não cumprem a jornada de trabalho e com toda a certeza, muitos nem comparecem ao local de trabalho, caracterizando a existência dos chamados fantasmas naquela Casa, pretensamente de leis. Outra coisa que salta os olhos é o valor gasto para custear despesas dos deputados, que ultrapassa os duzentos milhões de reais ao ano. Ante estes fatos, e com números assustadores, efetivamente a classe política tem que trabalhar muito para tentar restaurar sua credibilidade perante a opinião pública.
Assinar:
Postagens (Atom)