1 de fev. de 2014

GOVERNO PREPARA OFENSIVA EM DEFESA DA COPA!

O governo federal planeja a realização de uma forte campanha publicitária em defesa da importância da realização da Copa do Mundo em nosso país, e a partir de agora será parte obrigatória dos discursos oficiais e ações nas redes sociais, buscando desta forma enfraquecer as criticas aos eventos, buscando esvaziar eventuais manifestações durante os jogos entre junho e julho, afinal, uma onda de protestos  poderá gerar uma onda negativa com reflexos imprevisíveis nas eleições de outubro, lembrando sempre  que no ano passado, a série de manifestações derrubou a popularidade de Dilma.A preocupação com a Copa e eventuais reflexos negativos na eleição, integra há tempos a pauta do Palácio do Planalto. O Ministério da Justiça planeja, por exemplo, realizar um serie de visitas aos Estados que vão sediar jogos, com a finalidade de conversar com os comandos das policias militares, ressaltando a necessidade de evitar confrontos com possíveis manifestantes, afinal, foram as ações violentas da PM paulista que acabaram por engrossar as manifestações de junho passado. Uma coisa é certa, os protestos contra a realização da Copa, deveriam ter sido realizados quando o Brasil foi escolhido como sede e não agora, quando estamos as portas do evento, com as arenas praticamente prontas e embora, não em sua totalidade, obras foram realizadas em seus entornos facilitando e melhorando a mobilidade urbana. Mesmo que não fiquem prontas em sua totalidade, existe a promessa que precisa ser cobrada de serem concluídas, mesmo depois da Copa. O que não pode ser considerado correto, é que depois destes milionários investimentos, a Copa corra o risco de ser cancelada, em decorrência de manifestações extemporâneas. A grande verdade é que o ufanismo levou nossos governantes, no caso de Lula, a apoiar a realização da Copa-14 e das Olimpíadas-16 em nosso país, entendendo que tais eventos orgulhariam os brasileiros, fazendo-os esquecerem de forma momentânea as dificuldades do dia-a-dia. Erraram e agora, tem que apagar o incêndio. Será que conseguirão?

31 de jan. de 2014

MUDANÇAS NO MINISTÈRIO

E começaram as mudanças na equipe ministerial  de Dilma, com o anúncio ontem de quatro alterações em sua equipe de governo, todas já previstas pela imprensa. Nesta primeira etapa, foram colocados nomes que possibilitem uma afinidade maior entre o governo e a equipe que comandará a campanha pela reeleição e o exemplo maior disso, foi a substituição na Secretaria de Comunicação Social onde a jornalista  Helena Chagas cederá seu lugar para o atual porta-voz da presidência, Thomaz Trauman, que mantém relacionamento mais estreito com Franklin Martins, que deve comandar a área de comunicação da reeleição, além de se aproximar mais do modelo petista, afinal o PT considerava que Helena tinha uma postura pouco combativa para responder as criticas endereçadas ao governo e o recente episódio da passagem da comitiva presidencial por Lisboa, que deixou Dilma exposta a criticas e a representações da oposição contra o governo, por ter sido omitida a escala da agenda oficial, acabou se transformando na gota d’água para sua saída. A ida de Aloisio Mercadante para a Casa Civil  tem também a intenção de se estabelecer uma ponte entre o governo e a equipe de campanha, para que os marqueteiros saibam o que o governo fez e o que poderá ser mostrado na campanha de reeleição.Os nomes de Arthur Chioro, para a Saúde e de José Henrique Pain para a Educação estão mantidos, mesmo com a imprensa mostrando que ambos estão com pendências judiciais. Na seqüência da reforma ministerial, Dilma terá que buscar aplacar o voraz apetite por cargos do PMDB, além de buscar nomes para contemplar o PTB,o PROS e o PSD, em busca não somente de governabilidade, como também de apoio para sua candidatura a reeleição. Para esta nova fase de mudanças do ministério, aguarda-se como diz o folclore popular, uma verdadeira briga de foice no escuro.