27 de fev. de 2013

GAMBÁ SOLITÁRIO

Hoje a noite no Pacaembu, o Corinthians experimenta uma novidade amarga em competições, jogando com os portões do estádio fechados e sem a presença da fiel, contra o Milionários de Bogotá pela Taça Libertadores da América. A Comembol proibiu a presença da torcida para todos os jogos do clube nesta primeira fase da competição em decorrência dos lamentáveis acontecimentos ocorridos na Bolívia, onde um sinalizador lançado por torcedores corintianos ocasionou a morte de um jovem boliviano. Em decorrência deste ato impensado e criminoso da torcida o clube além de amargar vultoso prejuízo financeiro, orçado em mais de dois milhões de reais por partida, ainda terá que enfrentar seus adversários com os estádios vazios em clima de jogo treino. A grande duvida que surge é de como será o comportamento dos atletas, dentro das quatro linhas, sem o tradicional apoio vindo das arquibancadas que costuma impulsionar o time em busca de resultados positivos. A força da decantada nação corintiana é inquestionável e reconhecida inclusive por seus adversários. Hoje, sem sombras de dúvidas, jogando para um estádio vazio a expectativa é grande sobre como jogará o time, sem esta força extra e positiva de sua torcida. Será que manterá a vibração e a garra tradicional sem a presença de sua mola propulsora?

E o pior, isto acontece justamente em um momento em que o time não vem bem, voltando a enfrentar problemas extra-campo com o atacante Emerson, herói da conquista da Libertadores do ano passado chegando atrasado em dois treinos e perdendo a condição de titular. Além disso, o time não vence há cinco partidas com sua defesa, praticamente intransponível o ano passado, agora sofrendo gols em demasia. Desta forma, vivendo um momento técnico ruim e sem a vibração das arquibancadas, o time prepara-se para enfrentar o Milionários de Bogotá esta noite no Pacaembu.

O técnico Tite, em uma curta frase, resume toda a situação:

Vamos sentir, podem ter certeza absoluta, vamos sentir.



26 de fev. de 2013

DEBANDADA SOCIALISTA

E a semana promete ser o início de uma verdadeira debandada do Partido Socialista de Bauru, o PSB. Conforme a Jovem Auri Verde  anunciou no último sábado, o ex-vereador Toninho Garms que não teve legenda para concorrer a Camara Municipal nas últimas eleições , por veto explicito dos atuais dirigentes da legenda a nível municipal, deve se desfiliar e seu futuro partidário ainda é indefinido, muito embora muitos apostem que deverá ir para o PSD de Gilberto Kassab que parece ser o caminho a ser seguido por Dudu Ranieri e seus atuais companheiros de DEM, muito embora exista a possibilidade de voltar para o PSDB ou mesmo aderir ao novo partido de Marina Silva, o REDE DA SUSTENTABILIDADE que aliás tem reunião prevista para esta quarta-feira, no GREB nos altos de Vila Falcão. Quem está organizando a reunião é Pedro Romualdo, ex-presidente do PSB de Bauru que já anunciou que irá para o novo partido e que com ele, muitos antigos socialistas irão juntos, desfiliando-se do PSB. Esta ida do ex-presidente parece colocar um ponto final no flerte do atual presidente, vereador Paulo Eduardo com a nova legenda, a não ser que ocorra uma reconciliação entre as partes, o que parece improvável, a um primeiro momento e devemos considerar que as articulações políticas são imprevisíveis e desta forma, não seria impossível vê-los novamente juntos. Não para por ai, as defecções no ninho socialista e um grupo de históricos militantes, tem se reunido de forma sistemática e estariam com as malas prontas para a saída, estando discutindo para onde iriam e estariam  indecisos entre o PT e PSOL.  Resta saber o que fariam ante estas hipóteses, Tidei de Lima, Nilson Costa, Joaquim Mendonça, Milton Dota,Luis Freitas, Luis Dantas, Carlos Pittoli,  Isaias Daiben, Darcy Rodrigues, dentre outros militantes socialistas da cidade. Históricos militantes de nossa cidade, lamentam a ausência de reuniões orgânicas do partido e afirmam em conversas informais de que o atual presidente da legenda, vereador Paulo Eduardo estaria desagregando um grupo formado há anos e conduzindo a histórica legenda a ser um apêndice do PMDB em nossa cidade, o que contraria a diversas correntes da legenda. Se a direção estadual partidária não se posicionar de forma clara, urgente, precisará enviar alguém para ao menos apagar as luzes, pois pelo visto, a debandada é geral, mostrando claramente a incompetencia do atual presidente em aglutinar gente. Seu comportamento politico se assemelha a de um macaco em loja de porcelanas.
Aguardemos a marcha dos acontecimentos e o que ocorrerá com o PSB de Bauru.