Há anos que a cidade em virtude de seu crescimento, tem apresentado dificuldades em conseguir terra para aterros e mesmo, conserto das ruas não asfaltadas em épocas de chuva, e agora, segundo a Secretaria de Obras do município a situação ficou insustentável com a prefeitura estando estudando a possibilidade de retirar terras em municípios vizinhos com a finalidade de suprir suas necessidades, afinal , somente para aterramento do viaduto sobre os trilhos ferroviários são necessários cinco mil caminhões de terra e que das 3500 ruas não pavimentadas da cidade, ao menos 1500 necessitam de reparos após as chuvas e reparos emergenciais que consomem terra e sanam de forma temporária o problema, pois as novas chuvas voltam a provocar as erosões. Hoje, não existem mais áreas publicas em nossa cidade onde possa ser retirada terra e os particulares, cientes da valorização do produto que hoje custa R$ 20,00 o metro cúbico, preferem trocar a terra excedente em seus imóveis do que doá-la a municipalidade que por sua vez e impedida legalmente de comprar terra para corrigir as distorções do solo. Ora, tal situação leva-nos a refletir sobre a conveniência da adesão urgente ao PAC que destinaria verbas para o asfaltamento total da periferia de nossa cidade e que uma vez implantado mataria dois coelhos com uma única cajadada, afinal as ruas asfaltadas, deixariam de sofrer com os problemas de erosões e consequentemente, deixariam de consumir terra para seus periódicos e contínuos consertos, conhecidos popularmente como gambiarras graças a sua pouca eficácia e durabilidade.E sem um plano para resolver a questão da falta da terra, a Secretaria de Obras prepara uma licitação para comprar terra proveniente de demolições realizadas na cidade, que poderá resolver temporariamente a questão, fazendo com que voltemos a insistir no tópico anterior. Sem paixões políticas, torna-se necessário o asfaltamento das ruas de nossa periferia e a única solução é o PAC já aprovado. Muito melhor pagar financiamento pelo asfaltamento que sanaria definitivamente o problema das erosões do que pagar a monstruosa divida da COHAB, sem nenhum beneficio em contra partida.
13 de mai. de 2013
11 de mai. de 2013
MÃE
Amanhã é o dia consagrado às mães, muito embora esta figura tenha que ser reverenciada diuturnamente durante todo o ano, pelo papel que desempenhou e desempenha em nossa vida, desde a gestação até agora. A mãe é aquela que nos trata com carinho e preocupação, desde antes do nascimento, preocupada com nossa saúde e encaminhamento na vida, não deixando jamais de se preocupar com o ser que colocou no mundo. É a mãe que afaga quando estamos com problemas e que nos repreende quando percebe que estamos trilhando um caminho que para ela não é correto, buscando sempre nos direcionar para o lado bom da vida. Sua solidariedade nata com os filhos, busca a cada minuto estar ao seu lado, senão fisicamente, ao menos mentalmente, na busca de orientá-lo sempre. Não existem divisões no caráter da mãe e não importa se ela é casada, divorciada, viúva, solteira, pois o espírito materno está sempre presente em seus corações e mente. Não podemos jamais nos esquecer neste dia, da mãe segregada da família, internada em clinicas de repouso ou alojadas em asilos e que muitas vezes, choram pelos cantos, pelo esquecimento de seus filhos que raramente as visitas, como se, complementando ou pagando as despesas, estivessem em dia com suas consciências. Pelo papel que desempenhou em nossas vidas, a mãe tem que ser sempre reverenciada, amada e porque não dizer idolatrada, afinal, o que seria de nós, se não tivéssemos tido a mãe, para nos gestar, amamentar e ensinar desde a tenra infância, sobre os caminhos a serem trilhados na vida. Neste dia, dedicado a reverenciar as mães, esperamos que todos os filhos dediquem uma parte de seus dias para aquelas que lhe dedicaram uma vida toda. Ao menos neste dia, afague, acaricie e beije com carinho sua mãe, ela merece. E se por acaso, ela estiver em casas de repouso, não a deixe esperando e visite-a, pois hoje o presente mais valioso para sua mãe é o seu abraço.
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