Reclamando da arbitragem do paraguaio Carlos Marilla, o Corinthians empatou ontem a noite com o Boca Juniors, dando adeus ao sonho de ser bicampeão da Copa Libertadores da América e indo fazer companhia ao São Paulo e ao Palmeiras, no bloco dos desclassificados da competição deste ano sendo que o resultado serviu igualmente para manter o tabu particular do técnico argentino Carlos Bianchi que nunca foi eliminado por clubes brasileiros na Libertadores. Reclamando da anulação de um gol legítimo de Romarinho e outro de Paulinho, além da não assinalação de uma penalidade máxima, logo aos 9 minutos de jogo, quando o lateral Marin, cortou a bola com a mão dentro da grande área, impedindo a continuidade da jogada por parte de Emerson. Choros e reclamações a parte, a grande e triste realidade é que a Libertadores 2013, prossegue sem a presença de nenhum clube paulista. Ser campeão da Libertadores, neste amo e disputar o Mundial Inter Clubes torna-se um sonho impossível para o futebol paulista. Os choros e as reclamações, os erros e frangos dos goleiros, as penalidades não assinaladas e os gols perdidos pelos atletas é que fazem do futebol um esporte apaixonante e das massas, trazendo as discussões para o dia a dia do brasileiro, com cada um emitindo suas opiniões, como se tivesse plena condições de estar sentado dentro das quatro linhas do gramado, orientando o seu time de coração. Claro que a eliminação precoce de três dos times considerados grandes do futebol paulista foi uma ducha de água fria na torcida paulista, entretanto, a decepção tem e dia e hora para terminar, afinal, domingo é a decisão do campeonato paulista, envolvendo o Corinthians e o Santos, com os guerreiros de São Jorge buscando o titulo e com Neymar e Cia, querendo conquistar o inédito tetra-campeonato paulista. Domingo vai ser dia de festa do futebol paulista e com toda a certeza, após o jogo, teremos a continuidade do espetáculo das quatro linhas, com o choro dos derrotados e a festa dos campeões. Isto é o futebol.
16 de mai. de 2013
14 de mai. de 2013
USTRA E A MENTIRA!
A Comissão Nacional da Justiça e da Verdade deveria ter seus poderes ampliados, podendo apurar inclusive o crescimento econômico dos responsáveis pelos aparelhos de tortura do estado. Todos sabem que os militantes de oposição ao regime militar realizavam ações armadas com a finalidade de expropriarem bancos, carros-fortes com a finalidade de arrumarem numerários para a chamada luta revolucionária. Ocorre que muitos foram presos e o dinheiro expropriado apreendido, sem entretanto serem realizadas as apreensões oficiais, levando a crer, que este dinheiro era rateado entre os capturadores do militante político. Assistimos o depoimento arrogante e falso do Coronel Carlos Brilhante Ustra a Comissão da Verdade, onde este cidadão preferiu atacar a todos com requentamento de acusações, já de amplo conhecimento público. Ao mesmo tempo em que buscava se safar das acusações de ter sido o responsável pela tortura e morte de diversos militantes durante o regime militar, contrariando depoimento de pessoas responsáveis que categoricamente informam terem sido torturadas por ele e que vão além, ao denunciarem que presenciaram a morte de companheiros, em sessões de tortura comandadas pessoalmente por este cidadão. Deveria também explicar, como conseguiu com o soldo de militar construir uma mansão nos lagos de Brasília, cujos valores de mercado são estratosféricos, e longe do alcance de militares honestos e honrados. O patrimônio destes verdadeiros abutres da democracia deveria ser investigado com carinho pelas autoridades competentes.
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