30 de mai. de 2013

O LUGAR DE MÁRCIO TOLEDO NA HISTÓRIA

                                                             Governo de São Paulo
                                                             e

                                                             
                                           Secretaria da Cultura
                                                                     
                            apresentam  no Memorial da Resistência de São Paulo

                                           Largo General Osório, 66 – Luz

                                           Auditório Vitae – 5º andar



                                           SÁBADO RESISTENTE

                                           Dia 08 de junho, das 14h às 17h30


                   O LUGAR DE MÁRCIO TOLEDO NA HISTÓRIA


Este Sábado Resistente será dedicado ao debate sobre a atuação política de Márcio Leite de Toledo (o Carlos ou Vicente, como era conhecido nas lutas clandestinas contra o regime ditatorial), natural de Ouro Fino, Minas Gerais. Ainda criança, mudou-se com sua família para Bauru, interior de São Paulo, onde implantaram a Instituição Toledo de Ensino, existente em diversos municípios do oeste paulista. Em Bauru, no ano de 1963, formou-se em Técnico de Contabilidade pelo SENAC e mudou-se para Botucatu para administrar as escolas da família naquela cidade.
Em 1965, muda-se para São Paulo para cursar Direito na Universidade Mackenzie e matricula-se também no curso de Sociologia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, tendo sido o presidente do Centro Acadêmico desta escola no ano de 1968, integrando-se ao movimento estudantil que intensificava a luta contra a ditadura militar implantada em 1º de Abril de 1964, passando a militar no Partido Comunista Brasileiro e posteriormente na ALN.
Neste ato, por ocasião do 68º aniversário de Márcio Leite de Toledo, vamos recordar, junto com os seus familiares, companheiros de luta, colegas de faculdades, amigos e todos aqueles que o têm na memória, ou que queiram conhecer a sua história, a vida do combatente revolucionário, do militante da luta contra a ditadura, a sua trajetória política e pessoal até a sua dramática morte, cercada de trágicas circunstâncias, ocorrida em 23 de março de 1971, nos seus jovens 26 anos.


Programação



14h: Boas vindas – Karina Teixeira (Memorial da Resistência de São Paulo)



Coordenação – Ivan Seixas (diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política)





14h15 – 16h: Palestras



Renato Leonardo Martinelli (militante da ALN e companheiro de lutas de Márcio)



Beatriz Cintra Labaki (contemporânea de Márcio na Sociologia e Política)



Tidei de Lima (representando o Centro de Estudos Sociais e Políticos Nossa Memória, Ninguém Apaga – Bauru – SP)



16h – 17h00: debate







Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.



Informações à imprensa:


- Memorial da Resistência de São Paulo



coliveira@pinacoteca.org.br

- Secretaria de Estado da Cultura

Giulianna Correia – 2627-8243

gcorreia@sp.gov.br

Renata Beltrão – 2627-8166

rmbeltrao@sp.gov.br



29 de mai. de 2013

CENTRALIZADOR OU APRENDIZ DE DITADOR?

O modo centralizador de governar de Rodrigo Agostinho é conhecido por toda a cidade que sabe que o prefeito não é muito afeto ao dialogo e sempre demonstra procurar saber de tudo aquilo que acontece na maquina administrativa, não tendo por habito estabelecer dialogo mais amplo para buscar a aprimoração que todo ser humano necessita. Tal comportamento, vira e mexe é criticado com o prefeito fazendo ouvidos moucos como se o problema não fosse com ele. Na última sessão da Camara Municipal as criticas veementes partiram de vereadores da chamada base aliada, com Roque Ferreira voltando a defender que o PT rompa com o prefeito, com Telma Gobbi endossando as criticas de Lima Junior em relação a EMDURB e com o líder do prefeito, Renato Purini afirmando que existe dificuldade de dialogo com o prefeito. Desta forma, as queixas vão se avolumando, criando cisões dentro da equipe, mostrando claramente que o prefeito tem que rever alguns posicionamentos e constatar que o ditado popular de que andorinha solitária não faz verão é uma realidade. Impossível administrar uma cidade do porte de Bauru, sem uma equipe coesa e disposta a vencer, e muito menos sem um canal de dialogo eficiente com poder legislativo e com setores organizados da sociedade civil. O sinal de alerta tem sido dado com certa constancia, tanto pelos vereadores como por outros setores e ao menos aparentemente, Rodrigo nada faz para mudar seu estilo de governar,talvez por se sentir avalizado pelos expressivos 82% de votos auferidos em sua reeleição.Ocorre que o apoio do eleitorado é mutável, transformando-se, moldando-se de acordo com a realidade do dia-a-dia e claro, oscilando de acordo com o surgimento de problemas na estrutura urbana da cidade.Em um regime democrático o dialogo é ferramenta fundamental para o exercício de qualquer cargo político e com certeza absoluta o político centralizador que adota o individualismo, o personalismo como método de trabalho, não tem vida longa na vida pública.

Pense nisso, prefeito.