Com a proximidade da chegada do calor e da época das chuvas, a população bauruense começa a se preocupar com a chegada de um velho conhecido, o mosquito transmissor da dengue, famoso entre nós: o Aedes Aegypti e com ele, uma nova epidemia de dengue. Ate ontem, o ano de 2013 liderava com folga o ranking de contaminações, apresentando 7441 casos de contaminação e dois óbitos, após um queda acentuada no ano de 2012, quando apenas 44 casos foram registrados. O poder público poderia realizar estudos investigativos com a finalidade de constatar aquilo que foi realizado e deu certo no ano passado, afinal de 4348 casos constatados em 2011, registramos 1% de contaminação no ano passado. Não podemos acreditar que os mosquitos fizeram uma trégua no ano passado para poderem ajudar a reeleger o ambientalista Rodrigo Agostinho. Na verdade, a situação para o próximo ano, promete ser igual ou pior do que a deste ano, com a Secretaria Municipal da Saúde anunciando que o nível de infestação do mosquito em nossa cidade, está acima do normal e com isso, a doença deve voltar com força total no próximo ano. Difícil se torna acreditar que com o avanço da ciência e da tecnologia, não conseguimos obter êxito na erradicação desta verdadeira praga do século passado. Faltam soluções praticas para se debelar este mosquito, com os produtos utilizados não demonstrando eficácia no seu combate, falta vontade dos órgãos públicos ou realmente seria negligencia de parte da população que não assimilam as orientações rotineiras para se evitar a proliferação desta moléstia. Temos que deixar registrado as informações da saúde municipal, que os bairros onde a contaminação foi mais intensa, acabaram por ficar em um segundo plano dentro das ações de eliminação de criadouros ao longo do ano, já que as ações tiveram que ser intensas por conta da epidemia. Denota esta declaração que possivelmente falte agentes de controle da endemia, em quantidade suficiente para o trabalho, fato que o prefeito precisa corrigir de forma urgente.
8 de nov. de 2013
7 de nov. de 2013
PRESSIONADO, PREFEITO REDUZ AUMENTO DO IPTU!
As criticas recebidas na Camara Municipal , na imprensa e a insatisfação da opinião pública fizeram o prefeito Rodrigo Agostinho recuar e através do secretário de Finanças, Marcos Garcia negociar com a Comissão de Economia da Camara Municipal e acabar por reduzir os índices iniciais propostos para reajuste do IPTU para o próximo ano. Verdadeiro recuo da administração, visando garantir mesmo com alterações, a aprovação do projeto, bastante criticado por parlamentares em função do apetite voraz de arrecadação do governo municipal, em tempos de crise e consequentemente de vacas magras no orçamento. Pela nova proposta, a prefeitura deixa de lado o discurso de justiça tributária apresentado por Rodrigo Agostinho no projeto inicial. Os imóveis com valor venal de até R$ 150.000,00 que tinham inicialmente um reajuste previsto para 4,8%, pelo novo projeto sofrerão aumento de 6%. Aparentemente a majoração parece ser mínima, entretanto, se considerarmos que estes imóveis representam 68,9% das construções de nossa cidade, podemos afirmar que o aparentemente pequeno aumento garantirá para a diminuição da carga tributária das propriedades com maior valor. Inicialmente, Rodrigo apostou na arrecadação do IPTU do próximo ano, com reajustes milionários, acima da inflação, para equilibrar o orçamento e fazer frente ao inchaço da maquina administrativa, sendo que a folha de pagamento consome praticamente metade do orçamento municipal. Tentou praticar o dito popular que afirma que é do couro que se faz a correia, buscando recursos onde igualmente se encontram escassos, no bolso do contribuinte. Se o orçamento municipal está combalido e deteriorado, e o quadro de servidores encontra-se inchado, nada mais justo que inicialmente enxugar o quadro, reduzindo o impacto da folha de pagamento no orçamento.O prefeito não deveria aguardar ações judiciais para realizar este procedimento e sim, promover uma reformulação administrativa, visando extinguir cargos comissionados, preenchidos por pessoas estranhas ao quadro funcional da prefeitura. Administrar com folga financeira não é mérito para ninguém, afinal, a competência administrativa é demonstrada nas crises. Ou, não?
Assinar:
Postagens (Atom)