A mesa diretora da Camara Municipal está indecisa entre reformar o atual prédio, o que custaria em torno de um milhão e meio de reais, mantendo o atual espaço físico ou se constrói um novo, mais amplo ao custo de mais de cinco milhões de reais. Os defensores da construção de um prédio novo afirmam que é necessário um local adequado para abrigar a população em grandes eventos como a posse do prefeito, vice e vereadores, além de solenidades especiais. Interessante é que nas opções apresentadas não é lembrada a Estação Ferroviária que a Câmara teria adquirido em parceria com a prefeitura e que hoje será vistoriado para se verificar a possibilidade de utilização, entretanto, segundo notícias a adaptação seria mais cara que a reforma do atual. Ora, se não ficar muito mais cara que a reforma e bem mais barato que um novo, não seria o caso da Camara transferir-se para lá, colaborando para a revitalização daquela área da cidade? De outro lado, construir um novo prédio para abrigar a nossa Casa de Leis com a justificativa de necessidade de maior espaço para as solenidades especial não parece ser uma atitude razoável e de bom senso, afinal, contam-se nos dedos os dias em que a Camara recebe lotação total.Em diversas cidades do interior paulista a solenidade de posse do prefeito, vice e vereadores é realizada em outros locais, como o Teatro Municipal. Como a posse ocorre de quatro em quatro anos, no dia 1º de janeiro esta seria uma medida a ser pensada e aplicada na próxima em 2017, não justificando desta forma o dispêndio desta vultosa quantia para a construção de um novo prédio. Antevê-se um período de vacas magras nas finanças municipais em decorrência da vultuosa divida da COHAB que a Prefeitura deverá assumir e com certeza a mesa diretora da Camara Municipal, comandada por Sandro Bussola terá o discernimento necessário para procurar encontrar a solução exeqüível para a solução do espaço físico que abriga nosso legislativo.
14 de jan. de 2013
13 de jan. de 2013
ALCAGUETA NA ADMINISTRAÇÃO DE BAURU.
Em quanto por todos os quadrantes do pais, a comunidade vai se organizando e demonstrando a cada vez mais sua repulsa por aqueles que durante o regime militar delataram, prenderam e torturaram ativistas políticos da oposição, a administração de Bauru anda na contra-mão e prepara-se, graças a pressão de um vereador do partido do governo, para nomear em um cargo comissionado, um cidadão que defendia com unhas e dentes o regime arbitrário, delatando para os órgãos repressivos bauruenses aqueles que sua visão caolha enxergava como comunistas e subversivos, além de ser amigo e companheiro de personagens da tristemente relembrada “República da Barra Bonita” que usou e abusou do direito de fazer maracutaias durante o governo de Izzo Filho. A nomeação deste cidadão é um retrocesso democrático para a Prefeitura de Bauru e com certeza os funcionários da empresa para onde o mesmo está sendo indicado, sofrerão momentos de terror em sua passagem por lá. O mesmo se intitula orgulhosamente como ditador e avesso ao dialogo, razões pela qual não deveria nem ao menos ter seu nome lembrado para este cargo. Existem fichas no Arquivo Nacional e outros órgãos públicos, onde referido cidadão figura como informante, razão pela qual, concretizada sua nomeação, estaremos mobilizando entidades representativas dos Direitos Humanos de todo o Brasil para protestarem contra esta estapafúrdia nomeação na administração pública bauruense.
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