14 de jan. de 2013

PRÉDIO DA CAMARA MUNICIPAL

A mesa diretora da Camara Municipal está indecisa entre reformar o atual prédio, o que custaria em torno de  um milhão e meio de reais, mantendo o atual espaço físico ou se constrói um novo, mais amplo ao custo de mais de cinco milhões de reais. Os defensores da construção de um prédio novo afirmam que é necessário um local adequado para abrigar a população em grandes eventos como a posse do prefeito, vice e vereadores, além de solenidades especiais. Interessante é que nas opções apresentadas não é lembrada a Estação Ferroviária que a Câmara teria adquirido em parceria com a prefeitura e que hoje será vistoriado para se verificar a possibilidade de utilização, entretanto, segundo notícias a adaptação seria mais cara que a reforma do atual. Ora, se não ficar muito mais cara que a reforma e bem mais barato que um novo, não seria o caso da Camara transferir-se para lá, colaborando para a revitalização daquela área da cidade? De outro lado, construir um novo prédio para abrigar a nossa Casa de Leis com a justificativa de necessidade de maior espaço para as solenidades especial não parece ser uma atitude razoável e de bom senso, afinal, contam-se nos dedos os dias em que a Camara recebe lotação total.Em diversas cidades do interior paulista a solenidade de posse do prefeito, vice e vereadores é realizada em outros locais, como o Teatro Municipal. Como a posse ocorre de quatro em quatro anos, no dia 1º de janeiro  esta seria uma medida a ser pensada e aplicada na próxima em 2017, não justificando desta forma o dispêndio desta vultosa quantia para a construção de um novo prédio. Antevê-se um período de vacas magras nas finanças municipais em decorrência da vultuosa divida da COHAB que a Prefeitura deverá assumir e com certeza a mesa diretora da Camara Municipal, comandada por Sandro Bussola terá o discernimento necessário para procurar encontrar a solução exeqüível para a solução do espaço físico que abriga nosso legislativo.

13 de jan. de 2013

ALCAGUETA NA ADMINISTRAÇÃO DE BAURU.

Em quanto por todos os quadrantes do pais, a comunidade vai se organizando e demonstrando a cada vez mais sua repulsa por aqueles que durante o regime militar delataram, prenderam e torturaram ativistas políticos da oposição, a administração de Bauru anda na contra-mão e prepara-se, graças a pressão de um vereador do partido do governo, para nomear em um cargo comissionado, um cidadão que defendia com unhas e dentes o regime arbitrário, delatando para os órgãos repressivos bauruenses aqueles que sua visão caolha enxergava como comunistas e subversivos, além de ser amigo e companheiro de personagens da tristemente relembrada “República da Barra Bonita” que usou e abusou do direito de fazer maracutaias durante o governo de Izzo Filho. A nomeação deste cidadão é um retrocesso democrático para a Prefeitura de Bauru e com certeza os funcionários da empresa para onde o mesmo está sendo indicado, sofrerão momentos de terror em sua passagem por lá. O mesmo se intitula orgulhosamente como ditador e avesso ao dialogo, razões pela qual não deveria nem ao menos ter seu nome lembrado para este cargo. Existem fichas no Arquivo Nacional e outros órgãos públicos, onde referido cidadão figura como informante, razão pela qual, concretizada sua nomeação, estaremos mobilizando entidades representativas dos Direitos Humanos de todo o Brasil para protestarem contra esta estapafúrdia nomeação na administração pública bauruense.