Primário e de bons antecedentes, o goleiro Bruno foi condenado a um total de 22 anos e três meses, sendo 17 anos e seis meses terão que ser cumprido s em regime fechado e o restante no aberto. Tanto a acusação como a defesa anunciaram que irão recorrer da decisão, por não concordarem com as penas aplicadas. Claro que a acusação por achar que foi branda demais e a defesa, alegando que não foi considerada a confissão de Bruno para se atenuar a pena. Discussões a parte, a pergunta que muitos fazem é de quanto tempo efetivamente Bruno vai permanecer preso. Segundo especialistas na área, se mantida a atual pena, terá que cumprir 2/5 do total ou seja, mais três anos e meio em regime fechado, considerando que está preso há praticamente três anos e tem direito a alguns benefícios, dentre eles o desconto por estar trabalhando na prisão, fato este que a cada três dias trabalhados, desconta um da pena.Em um futuro não muito distante, o goleiro estará nas ruas liberto e com a pena cumprida, restando saber se existirá algum clube interessado em contratá-lo. O ator Guilherme de Pádua, assassino confesso da atriz Daniella Perez em 1992, foi condenado a 19 anos de prisão e solto em 1999, cumprindo pouco mais de seis anos de prisão, não conseguiu retomar até hoje o trabalho em sua profissão. Entretanto, o caso Bruno promete novos capítulos, além dos recursos já anunciados. Foi divulgado que a polícia mineira ainda está investigando o caso com a suspeita de que outras pessoas participaram da execução de Elisa e que poderiam igualmente, surgir novos nomes como mandantes. Caso tal se confirme, os processos e consequentemente os julgamentos de Macarrão e Bruno podem até ser anulados, voltando tudo a estaca zero. Que a justiça seja efetivamente realizada é o desejo de todos aqueles que defendem a verdade, acima de tudo.
8 de mar. de 2013
HUGO CHAVES
Criticado em muitas partes do mundo, com setores o acusando de ditador, Hugo Chaves está sendo reverenciado pelas camadas populares do povo venezuelano que o tinham e tem como verdadeiro ídolo, prestando diversas e comoventes homenagens ao presidente falecido na ultima segunda feira e já demonstrando preocupação sobre o futuro do pais e do chavismo, sem a presença de seu líder maior. A legislação eleitoral venezuelana prevê a realização de novas eleições presidenciais dentro do prazo de trinta dias a partir da vacância do cargo. A própria oposição no entanto entende ser muito difícil vencer esta eleição relâmpago contra o atual governo, ainda mais com o povo em estado de comoção pela morte de Chaves. Praticamente, os oposicionistas jogam a toalha com antecedência, afirmando que seu candidato lutará para perder por pouco, reconhecendo o fortalecimento da candidatura de Maduro, atual vice-presidente e indicado por Chaves, em vida, como o seu sucessor. Segundo assessores de Caprilles, candidato da oposição a grande questão que se coloca não é a de perder as eleições e sim, como perder. Uma derrota acachapante, fortalecerá indubitavelmente o chavismo, agora comandado pelo presidente Maduro. Aliás, com a decisão do governo venezuelano de embalsamar o corpo do presidente falecido e mantê-lo exposto em um caixão de vidro por mais sete dias, possibilitando maior tempo para as despedidas, fica evidente a intenção de usar o presidente falecido como grande trunfo nas eleições. E aqui no Brasil, a morte de Chaves também teve desdobramentos, como a proibição imposta por Joaquim Barbosa, presidente do STF para que Zé Dirceu se ausentasse do país com a finalidade de comparecer ao velório em Caracas, afirmando que a amizade alegada não era motivo suficiente para que o ex-ministro fosse autorizado a sair do país. Falando em Joaquim Barbosa, este deu uma verdadeira aula de falta de civilidade ao ofender um jornalista do Estado de São Paulo chamando-o de palhaço e mandando-o chafurdar no lixo. Posteriormente, em nota oficial, pediu desculpas alegando estar cansado e estressado na hora das ofensas. Muita gente, perante juízes, poderão querer pedir desculpas as vitimas, alegando que estavam estressados na hora em que praticaram o crime.
Ou ,não?
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