A saúde publica em Bauru continua a apresentar problemas, não conseguindo atender de forma satisfatória a demanda, ocasionando dissabores e contratempos aos seus usuários e familiares. Hoje, reportagem do Jornal da Cidade traz a tona a questão de vagas nas UTIs, ocasionando fila de espera de pacientes necessitando de tratamento intensivo. Existem hoje 47 vagas de UTI, distribuídas entre o HB e o Regional, numero considerado pequeno pelo Diretor do Departamento de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Luis Antonio Bertozzo Sabbag que afirma que dificilmente as UTIs não se encontram lotadas e que hoje, seriam necessárias mais cinqüenta vagas para a garantia do atendimento de todos quantos necessitem de tratamento intensivo. Outras autoridades discordam do numero, afirmando que mais vinte vagas amenizaria o problema. Uma estratégia utilizada pelos hospitais é a de utilizar as chamadas salas de emergência para suprir a falta constante de vagas, sendo muitas vezes internadas nestas salas os pacientes cujos familiares conseguem mandado judicial para que sejam transferidos para UTI. Muito embora contem com equipamentos e sejam melhores equipadas do qu um quarto comum estas salas não possuem os recursos de uma UTI, de onde podemos concluir que os mandados judiciais também não são cumpridos na integra, como poderíamos supor que fossem. Ontem, a fila de espera por vagas nas unidades de terapia intensiva era de no mínimo nove pessoas e o problema é confirmado por todas as autoridades da área da saúde que atribuem a evolução da medicina e a implementação de novas tecnologias que concedem suporte a vida, em conseqüência existem mais pessoas sendo mantidas vivas e utilizando as UTIs. Uma coisa fica clara nas explicações e justificativas concedidas, é que efetivamente faltam vagas nas unidades existentes e alguma coisa precisa ser feita, em caráter emergencial com a finalidade de se solucionar a questão, não podendo ser admitida a adoção de medidas paliativas e sim, definitivas para a questão. As autoridades municipais devem se mobilizar e buscar recursos para a ampliação do numero de leitos para tratamento intensivo na cidade e de forma, urgente.
1 de jun. de 2013
30 de mai. de 2013
O LUGAR DE MÁRCIO TOLEDO NA HISTÓRIA
Governo de São Paulo
e
Secretaria da Cultura
apresentam no Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 Luz
Auditório Vitae 5º andar
SÁBADO RESISTENTE
Dia 08 de junho, das 14h às 17h30
O LUGAR DE MÁRCIO TOLEDO NA HISTÓRIA
- Secretaria de Estado da Cultura
Giulianna Correia 2627-8243
gcorreia@sp.gov.br
Renata Beltrão 2627-8166
rmbeltrao@sp.gov.br
e
Secretaria da Cultura
apresentam no Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 Luz
Auditório Vitae 5º andar
SÁBADO RESISTENTE
Dia 08 de junho, das 14h às 17h30
O LUGAR DE MÁRCIO TOLEDO NA HISTÓRIA
Este Sábado Resistente será dedicado ao debate sobre a atuação política de Márcio Leite de Toledo (o Carlos ou Vicente, como era conhecido nas lutas clandestinas contra o regime ditatorial), natural de Ouro Fino, Minas Gerais. Ainda criança, mudou-se com sua família para Bauru, interior de São Paulo, onde implantaram a Instituição Toledo de Ensino, existente em diversos municípios do oeste paulista. Em Bauru, no ano de 1963, formou-se em Técnico de Contabilidade pelo SENAC e mudou-se para Botucatu para administrar as escolas da família naquela cidade.
Em 1965, muda-se para São Paulo para cursar Direito na Universidade Mackenzie e matricula-se também no curso de Sociologia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, tendo sido o presidente do Centro Acadêmico desta escola no ano de 1968, integrando-se ao movimento estudantil que intensificava a luta contra a ditadura militar implantada em 1º de Abril de 1964, passando a militar no Partido Comunista Brasileiro e posteriormente na ALN.
Neste ato, por ocasião do 68º aniversário de Márcio Leite de Toledo, vamos recordar, junto com os seus familiares, companheiros de luta, colegas de faculdades, amigos e todos aqueles que o têm na memória, ou que queiram conhecer a sua história, a vida do combatente revolucionário, do militante da luta contra a ditadura, a sua trajetória política e pessoal até a sua dramática morte, cercada de trágicas circunstâncias, ocorrida em 23 de março de 1971, nos seus jovens 26 anos.
Programação
14h: Boas vindas Karina Teixeira (Memorial da Resistência de São Paulo)
Coordenação Ivan Seixas (diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política)
14h15 16h: Palestras
Renato Leonardo Martinelli (militante da ALN e companheiro de lutas de Márcio)
Beatriz Cintra Labaki (contemporânea de Márcio na Sociologia e Política)
Tidei de Lima (representando o Centro de Estudos Sociais e Políticos Nossa Memória, Ninguém Apaga Bauru SP)
16h 17h00: debate
Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.
Informações à imprensa:
- Memorial da Resistência de São Paulo
coliveira@pinacoteca.org.br
Giulianna Correia 2627-8243
gcorreia@sp.gov.br
Renata Beltrão 2627-8166
rmbeltrao@sp.gov.br
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