A Suíça que sempre foi o paraíso fiscal adequado para sonegadores e desviadores de verbas pub liças, popularmente conhecidos como corruptos mudou e para melhor. Anos atrás, escudavam-se atrás do sigilo bancário e não forneciam as informações solicitadas por países de todo o mundo quando suspeitavam que recursos obtidos ilicitamente estavam lá depositados. Hoje, além de prestarem as informações solicitadas, bloqueiam as contas a espera de decisão judicial e face esta nova sistemática suíça, o Brasil conseguiu reaver quatro milhões e oitocentos mil dólares que encontravam-se depositados na conta do juiz Nicolau dos Santos Neto, o Lalau e de sua mulher. Dias atrás, a Advocacia Geral da União conseguiu repatriar alta soma que encontrava-se depositado em conta do deputado federal Paulo Salim Maluf do PP, nas Ilhas Jersey. Sinal positivo para a moralidade pública e para as finanças publicas que vai conseguindo recuperar aquilo que foi desviado ilegalmente de seus cofres. Segundo a AGU, hoje existem 45 ações buscando o repatriamento de aproximadamente $ 300 milhões de dólares, sendo que 27 delas estão correndo na justiça suíça e já se encontram bloqueados no aguardo de decisão final. No caso de Lalau que superfaturou as obras de construção da sede do TRT de São Paulo, a AGU não está conseguindo localizar propriedades em nome do juiz ou de sua mulher, dificultando a recuperação completa daquilo que foi desviado, entretanto, o seu parceiro, o ex-senador Luiz Estevão vem ressarcindo a União em parcelas mensais e sucessivas de R$ 4 milhões de reais e seus bens encontram-se indisponíveis e assim permanecerão até a quitação total da divida. Que estas medidas vitoriosas da AGU sirvam como exemplo aos grandes sonegadores e desviadores costumazes de dinheiro público, e principalmente que nosso povo, não entre na conversa destes, que juram eternamente inocência, negando-se a fornecer a estes a arma de que necessitam para ficarem impunes em nossa pátria. A arma é o voto que deve ser utilizado de forma a não conceder imunidade parlamentar a quem rouba dinheiro da saúde e educação.
16 de jul. de 2013
REUNIÃO NESTA QUARTA FEIRA SOBRE TARIFAS DE ÔNIBUS!
Se os líderes das manifestações que vem ocorrendo em nossa cidade, entenderem que as proposituras apresentadas pelo prefeito Rodrigo Agostinho, podem fazer parte do antigo jogo de empurrar com a barriga, muita coisa ainda vai acontecer em nossa cidade, e o pior, com os manifestantes perdendo a confiança no prefeito. Durante o episódio da invasão do Palácio das Cerejeiras na ultima decidido, negociando com os manifestantes o prefeito assumiu o compromisso de solicitar junta a Câmara Municipal a realização de uma audiência pública com a finalidade de se discutir o transporte urbano em nossa cidade. Ontem, durante a sessão ordinária de nosso legislativo, os vereadores ficaram sabendo que nas redes sociais já circulava o convite para uma reunião a ser realizada amanhã, quarta-feira, às 18:00 horas, na sede do legislativo, sem que os vereadores ou mesmo a mesa diretora da casa, soubessem. Alguns vereadores ligaram para o prefeito que teria se furtado a adotar as providencias cabíveis e depois de pressões realizadas por diversos parlamentares, já no final da sessão chegou um ofício assinado pelo presidente da EMDURB solicitando a utilização do plenário para a realização de uma reunião, gerando ainda mais revolta entre os vereadores, pelo fato de reuniões não possuírem caráter convocatório e desta forma, Nem o prefeito e nem o presidente da EMDURB estão obrigados a comparecer na reunião e de parte do prefeito. A realização de reunião em uma quarta-feira, torna praticamente impossível a sua participação, considerando que costumeiramente ele se ausenta da cidade neste dia da semana. Coube ao presidente da Camara Sandro Bussola, subir a Tribuna e cobrar um maior comprometimento do prefeito em relação ao problema. Do jeito que age o prefeito, está simplesmente lavando as mãos e jogando o problema para os vereadores decidirem, quando na realidade a competência é sua. Afinal, a ultima palavra sobre tarifas de ônibus é do executivo e não do legislativo. Protelar uma decisão de forma eterna não pode nunca ser a postura de um governante, muito menos em épocas de crise.
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