11 de dez. de 2013

BAURU, CAMPEÃO PAULISTA DE BASQUETE.

E ontem à noite, no Ginásio Antonio Prado Junior, na cidade de São Paulo, o Paschoalotto/Bauru venceu o Paulistano por 79 a 68 e fechou a série final em 3 x0, sagrando-se bicampeão paulista de basquete, com o ginásio lotado e contando com o apoio de pelo menos 500 torcedores bauruenses que fizeram a festa, durante e depois do jogo, fazendo o time bauruense se sentir em casa, dominando o marcador desde a metade do segundo período, e foi impulsionando desde o início pela torcida que fez um verdadeiro “inferno azul” em plena capital do estado. O projeto comandado em quadra pelo técnico Guerrinha, conquista o primeiro grande título nesta nova fase, não custando relembrar que na outra fase, com o nome de Tilibra Copimax, Bauru foi campeão paulista em 1999 e Brasileiro em 2002, ambas com o comando técnico de Guerrinha. Ao mesmo tempo em que investe no time principal, o Paschoalotto Bauru dá atenção especial as suas bases e neste ano, já foi campeão da chamada Liga de Desenvolvimento, o nacional sub-22. A delegação bauruense está sendo aguardada, hoje as 19:00 horas, na avenida Getulio Vargas, na altura da Polícia Federal e o clube espera organizar uma grande carreata, para homenagear os campeões paulistas de 2014. O clima é de euforia com a conquista que recoloca nossa cidade no roteiro das campeãs  e ao menos no basquete masculino, o horizonte do amanhã se apresenta bastante promissor, trazendo alento e esperanças aos amantes do esporte na cidade.Atletas e dirigentes do Paschoalotto Bauru, foram unânimes ao final da partida de ontem, em enaltecer o trabalho do treinador da equipe bauruense, creditando a Guerrinha a volta do basquete a Bauru e a retomada do vitorioso projeto. De qualquer forma, todos sem exceção, comissão técnica, atletas, diretoria e também, a torcida do Dragão são vitoriosos. Parabéns pelo titulo e sucesso no Campeonato Nacional, em andamento, são os nossos votos.

SIEMENS TIRA SONO DO TUCANATO

O novo depoimento do ex-executivo da Siemens, Everton Rheinheimer, no inquérito instaurado pela Polícia Federal para apurar a existência do cartel que atuava no Metrô e na CPTM trouxe novos detalhes ao esquema de corrupção, citando nomes de secretários estaduais e de politicos ligados ao governo estadual  que teriam recebido propina do esquema. Este foi o segundo depoimento prestado por Everton, depois da realização de acordo de delação premiada, em troca de uma pena menor. Além dos secretários Edson Aparecido, chefe da Casa Civil e de Rodrigo Garcia,secretário de Desenvolvimento Econômico, ainda foram citados os deputados Arnaldo Jardim e Campos Machado como beneficiários do esquema, e como Edson, Rodrigo e Arnaldo são deputados federais, a Justiça Federal de São Paulo encaminhou o inquérito para o STF, órgão competente para conduzir procedimentos que tenha como indiciados parlamentares federais, já que estes gozam do chamado fórum privilegiado. Além destes, ainda foram citados os nomes do senador Aloísio Nunes Ferreira, d o deputado Jose Anibal e do secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. Os sete nomes já haviam surgido em um documento apócrifo, cuja autoria foi atribuída ao ex-diretor da Siemens, que negou sua autoria, tendo sido este documento que o PSDB acusa o ministro Jose Eduardo Cardozo, da Justiça, de ter vazado , para tentar acobertar a repercussão prisão dos chamados mensaleiros. Para o juiz federal, encarregado até agora do inquérito, os indícios contra os suspeitos ainda são frágeis, entretanto, qualquer medida para aprofundar as investigações deve ser analisado primeiro pelo STF. Os tucanos juram inocência, entretanto, como as denúncias envolvem desvio de verbas públicas,espera-se que sejam apuradas com rigor, não nos esquecendo que foi um acordo de delação premiada com o então petista, Silvio Pereira que possibilitou apuração do chamado mensalão que tanta alegria deu aos tucanos.