O governo estadual está municipalizando os hospitais de sua propriedade e a assessoria de imprensa da Secretária Estadual de Saúde, através de nota oficial que firmou compromisso com a Prefeitura bauruense para que esta assuma a gestão do Hospital de Base, da Maternidade Santa Isabel e do Manoel de Abreu, ficando de fora apenas o Hospital Estadual, por tratar de procedimentos de alta complexidade, entretanto, o prefeito Rodrigo Agostinho e os vereadores da Comissão de Saúde da Camara Municipal que estiveram reunidos ontem em São Paulo, discutindo o assunto, são reticentes e garantem que somente após um diagnostico mais aprofundado que será realizado por uma comissão técnica integrada por membros das secretarias estadual e municipal é que se terá uma decisão sobre o assunto.Para Rodrigo é necessário aguardar uma reunião agendada para o final deste mês, onde o assunto será discutido com maior profundidade. Uma das tarefas da comissão técnica, além de levantar todos os serviços oferecidos, checar tanto a demanda atendida como a reprimida, a estrutura que será necessária para melhorar o atendimento, será a de definir o valor que será necessário para a recuperação física do Hospital de Base. Não custa lembrar que quando o secretário da saúde estadual, David Uip esteve em Bauru, em outubro passado e tomar conhecimento de que seriam necessários 60 milhões de reais para a reforma do HB, ponderou que talvez fosse mais vantajoso construir um novo hospital. Alegando que não quer simplesmente a troca de gestão e sim, que esta venha acompanhada de um completo RX da saúde da rede hospitalar bauruense, o prefeito Rodrigo Agostinho mostra-se cauteloso, demonstrando preocupação com os funcionários que trabalham nos hospitais atualmente geridos pela FAMESP e com as dividas trabalhistas. Muito embora o Estado queira a transferência imediata, tanto o prefeito como os vereadores Raul Gonçalves, Paulo Eduardo e Telma Gobbi que o acompanharam na reunião de ontem, são reticentes, declarando que a idéia é que o HB centralize cirurgias que demandem internações rápidas e que somente para cirurgia de vesícula, hoje existem 600 pessoas na fila de espera. A verdade é uma só, a saúde bauruense precisa de menos discussões e mais pratica. O ordeiro povo de Bauru, merece maior atenção e respeito.
25 de jan. de 2014
24 de jan. de 2014
O QUE ESTE PORCO ESTÀ FAZENDO NAS MINHAS COSTAS!
FHC saiu em defesa dos politicos do PSDB, afirmando que o cartel na área do metrô e trens metropolitanos de ao Paulo tem que ser investigado, acrescentando que não viu até agora, nada que indique indícios de pagamento de propina a politicos tucanos ou integrantes do governo paulista, afirmando que se trata de suborno, de funcionários e tal fato, não pode incriminar o partido ou o governador, Segundo FHC, o fato caracteriza corrupção e é condenável, entretanto, não existe comprovação de que a propina foi utilizada em favor do PSDB, muito embora comprovadamente o cartel exista e comprovações do pagamento do chamado propinão esteja claro e evidente.Para FHC pode ter ocorrido o suborno, mas de funcionários e pessoas nomeadas e não do governador e do PSDB. FHC que depois que saiu da Presidência da República, com a imagem desgastada, ante sucessivas denúncias de maracutaias de sua equipe de governo, foi mantido escondido muito tempo pelos tucanos que não o utilizaram em campanhas eleitorais, temerosos de efeitos negativos em suas candidaturas, ressurge agora como analista jurídico, palpitando mais uma vez de forma equivocada. Se funcionário nomeado, em cargo de livre preenchimento, conhecido como cargo de comissão foi subornado, responde sim, quem o nomeou e no caso o governador do Estado. Tentar provar o contrário é puro jogo de cena, tentando confundir a opinião pública. Ora, o propinão paulista foi parar no STF, por contar com três indiciados que são deputados federais, sendo dois deles tucanos: Edson Aparecido e José Aníbal, além de Rodrigo Garcia do DEM e Arnaldo Jardim do PPS, sendo que o Procurador Geral da União, Rodrigo Janot, em denúncia encaminhada ao STF foi claro ao afirmar que existem fortes indícios de existência do esquema de pagamento de propinas pela multinacional SIEMENS a agentes públicos vinculados ao METRÔ de SP. FHC deveria se conscientizar de que quando existem provas concretas, argumentos frágeis não prosperam, a não ser no seu governo, quando o procurador geral era chamado de “engavetador geral”, por nunca deixar seguir em frente as denúncias que a ele chegavam. Vamos aguardar os acontecimentos....
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