26 de out. de 2013

ONDE TEM FUMAÇA TEM FOGO!

Se de grão em grão, a galinha enche o papo, podemos afirmar que de escândalo em escândalo, qualquer administração se desgasta perante a opinião pública e infelizmente é o que está ocorrendo em nossa cidade, com consecutivas denúncias vindas a público dando conta de que coisas erradas estão ocorrendo no Palácio das Cerejeiras. A DEMOP e seu aditivo milionário, a denúncia de aprovações irregulares de loteamentos sem a chamada reserva institucional, pela SEPLAM. Sábado, a Jovem Auri Verde denunciou que a prefeitura locou uma casa para abrigar a Coordenação do Minha Casa Minha Vida com visíveis indícios de superfaturamento. Muito embora a casa estivesse ainda anunciada no site de uma imobiliária da cidade por R$ 4.500,00, a prefeitura havia celebrado contrato de locação com o proprietário pelo valor de R$ 6.500,00, e com a repercussão da notícia, o prefeito Rodrigo Agostinho determinou a suspensão do contrato, nitidamente lesivo ao interesse público, com um gravame, a mesma SEPLAM é que realizou a avaliação do imóvel locado. Em entrevista concedida a Jovem Auri Verde na manhã de hoje, a vice prefeita Estela Almagro declarou estar muito triste com a decisão do prefeito e pelo fato de ter tomado conhecimento desta, pela imprensa, mesmo porque a locação foi decidida em reunião com o prefeito, que desde o início se mostrou indisposto em locar o imóvel. Estela também questiona os valores, que segundo ela, são irrisórios a administração pública. Agrava-se desta forma, a crise latente do relacionamento entre o prefeito e a vice e segundo analistas políticos a ruptura oficial é questão de tempo. Uma coisa é certa, se as denúncias envolvendo a administração continuarem no ritmo das últimas semanas, a credibilidade do prefeito, da vice estará seriamente comprometida e de forma consequente o apoio popular. Claro está que se as eleições fossem hoje, os 82% de aprovação popular ao atual governo, não se repetiriam, nem com a implantação de mais trinta quilômetros de galerias de águas pluviais. Ou, não?



Nenhum comentário: